Para R. de Oliveira
"O sonho:conhecer uma língua estrangeira (estranha) e, contudo, não compreender: perceber nela a diferenca, sem que essa diferenca, seja jamais recuperada pela sociabilidade superficial da linguagem, comunicacão ou vulgaridade; conhecer, refratadas positivamente numa nova língua, as impossibilidades da nossa; aprender a sistemática do inconcebíbel; desfazer nosso real sob o efeito de outros recortes, de outras sintaxes; descobrir posicões inéditas do sujeito da enuciacão..."
(R. Barthes)
"O sonho:conhecer uma língua estrangeira (estranha) e, contudo, não compreender: perceber nela a diferenca, sem que essa diferenca, seja jamais recuperada pela sociabilidade superficial da linguagem, comunicacão ou vulgaridade; conhecer, refratadas positivamente numa nova língua, as impossibilidades da nossa; aprender a sistemática do inconcebíbel; desfazer nosso real sob o efeito de outros recortes, de outras sintaxes; descobrir posicões inéditas do sujeito da enuciacão..."
(R. Barthes)
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