sábado, 13 de dezembro de 2008

DIE ACHTE ELEGIE - OITAVA ELEGIA

Mit allen Augen die Kreatur das Offene.

Com todos os seus olhos a criatura vê o aberto.

Nur unsre Augen sind wie ungekehrt und ganz um sie gestellt als Fallen, rings um ihren freien Ausgang.

Nosso, olhar, porém, foi revertetido e como armadilha se oculta em torno do livre caminho.

Was drauBen ist, wir wissens aus des Tiers Antlitz allein; denn schon das frühe Kind wenden wir um und zwingens, daB es rückwärts Gestaltung sehe, nicht das Offne, das im Tiergesicht so tief ist.

O que está além, pressentimos apenas na expressão do animal; pois desde a infância desviamos o olhar para trás e o espaço livre perdemos, ah, esse espaço profundo que há na face do animal.

Frei von Tod.

Isento de morte.

Ihn sehen wir allein; das freie Tier hat seinen Untergang sets hinter sich und vor sich Gott, und wenn es geht, so gehts in Ewigkeit, so wie die Brunnem gehen.

Nós só vemos morte. O animal espontâneo ultrapassou seu fim: diante de si tem apenas Deus e quando se move é para eternidade, como correm as fontes.

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